Invasão nas Laranjeiras comprova altos índices de desemprego
Gente, vamos parar de nos enganar? A crise chegou ao Brasil.
Devagarinho, sorrateiramente, ela cruzou a linha do Equador e desembarcou em nossas terras. Não se sabe exatamente quando. A verdade é que uma série fluida de acontecimentos desencadeou outros tantos e, numa sequência de relações causais, culminou em altos índices de desemprego aqui no Brasil.
“Sem o seu trabalho/O homem não tem honra/E sem a sua honra/Se morre, se mata”, já cantava Gonzaguinha. Sábias palavras do poeta! Desempregado, o homem se afunda no ócio, perde suas referências. Se não se apoiar sobre um bom suporte psicológico, distorce a realidade e passa a praticar atos que jamais faria em condições normais de temperatura e pressão, nas quais sua vida era preenchida por alguma atividade salutar.
O desemprego revelou-se grave exatamente ontem, na invasão de torcedores no treino do Fluminense. As imagens são cruéis. É duro, mas insisto que veja. Vamos nos penalizar destas pessoas que, sem mais o que fazer na vida, se dirigem numa terça à tarde para protestar e agredir profissionais em seu ambiente de trabalho.
O que podemos fazer? Uma sugestão é oferecer um emprego, ou pelo menos um biscate a esses pobres cidadãos. Quem sabe, trabalhando, eles não preencham suas vazias mentes e vidas com algo útil?


20:21
Podemos estender a sugestão a outros tantos grupos, não? Texto perfeito!
20:35
O mais impressionante é terem deixado os caras continuarem por lá mesmo após as agressões. Surreal!
21:11
Por isso é que eu abomino o futebol e prefiro o automobilismo, esporte de elite, onde nem em sonho esses retardados se fazem presentes. O preço dos ingressos não deixa (ainda bem!).
11:39
Não consigo compreender como falta de emprego tem relação com esta notícia. Se formos pensar deste modo, o Brasil deveria ser um país de pessoas alienadas como esta. Afinal, nem precisamos de crise mundial para estarmos em situação econômica ruim. Justitifcar isso como sendo culpa dos ingressos baratos do esporte como o Alexandre disse tb acho de reducionismo imbecil. Mas enfim…penso q é um caso de falta de educação e falta de moral e ponto. Se formos julgar pela situação econômica da pessoa todo pobre vai ser marginal e todo rico seria bonzinho e educado.
12:16
Não concordo muito, não. O Rio sempre teve um número alto de pessoas que não fazem nada da vida. Com ou sem crise, saia um dia do trabalho mais cedo e repare na quantidade absurda de pessoas que perambulam pela cidade sem absolutamente nada pra fazer da vida.Só de cabeça, eu conheço umas 5 pessoas, todas moradoreas do Rio, em idade ativa, pessoas instruidas, de classe média e tal, que deveriam estar trabalhando e não estão.
12:31
Foi justamente o que pensei: O que estes boçais estão fazendo a esta hora que não estão trabalhando? Oras, agora pelo menos sabemos porque não trabalham…
09:11
Eh! Perret! Mas, pra esses aí, não adianta oferecer trampo não. Eles querem é ficar “gerenciando” vagas de carro e cobrando R$ 2,00 em todo lugar que se para. Pra eles é mais conveniente coagir cidadãos que trampam a pagar um preço pra não ter seus automóveis arranhados do que pegar no batente, trabalhar de verdade.
Aí, quando querem, ficam à mercê do ócio e, como já disse alguém por aqui, por pura falta de educação, arrumam confusões a qualquer pretexto!
Na verdade, as próximas gerações têm que se preparar para o pior: até a nossa geração, as pessoas que conheço que não têm educação envergonham suas famílias; daqui por diante, essas pessoas apenas estarão seguindo o exemplo “apreendido” em casa. Afinal, temos uma geração de pessoas que, quando não são jogadas no lixo ou pela janela, são surradas ao extremo e, desde cedo, convivem com a marginalidade bem de perto: são pais e mães que se drogam, pouco se lixam pra educação e se apóiam em programas sociais como o famigerado bolsa-família pra não trabalhar.
O problema desse povo, como bem já ilustrou a ML uma vez, comparando com a França, é a falta de orgulho por trabalhar e ser honesto. Nós nos orgulhamos de tentarmos passar os outros pra trás! Esse é o ETERNO país do futuro!
Desabafo!