Realidade+ficção tá manjado…
Acabei de ver Budapeste, filme baseado no livro homônimo de Chico Buarque. Legal, tem umas nuances, assim, mas… quer saber? Tô de saco cheio de filmes que gostam de misturar realidade e ficção (ou sonho). Virou clichê nos últimos tempos. E tome cenas propositalmente confusas, diálogos que se repetem e outros “recursos” que servem para você ter aqueeeela sacação: “puxa, mas isso foi dito antes”).
Na verdade, não tenho nada contra a mistura da realidade com imaginário em si. Tenho, sim, contra essa mania de usá-la como justificativa das cenas inusitadas que aparecem na tela. Foi a impressão que eu tive ao terminar de ver o filme. Se era pra penetrar no espírito criativo de um ghost writer, não funcionou, sorry.
Ao ler os créditos finais, não me surpreendi: a roteirista é a mesma de Olga, uma das maiores bombas do cinema nacional…



