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	<title>Butuca Ligada &#187; blogs</title>
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	<description>Informação é estar atento &#124; por Raphael Perret</description>
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		<title>Minhas restrições ao &#8220;fora, Sarney!&#8221;</title>
		<link>http://www.butucaligada.com.br/2009/07/07/minhas-restricoes-ao-fora-sarney/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 01:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O "movimento" que tem dominado o Twitter, à primeira vista, reflete um processo de conscientização política dos usuários de internet. Mas, se examinarmos a fundo, vemos que a campanha está longe de ser consistente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:center"><a href="http://www.butucaligada.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/07/twitter_forasarney.jpg"><img class="size-full wp-image-2408" title="twitter_forasarney" src="http://www.butucaligada.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/07/twitter_forasarney.jpg" alt="Campanha &quot;#forasarney&quot; no Twitter" width="400" height="392" style="border: solid #DDDDDD 1px" /></a>
<div class="legenda">Campanha &quot;#forasarney&quot; no Twitter</div>
</div>
<p>Faz duas ou três semanas que tem rolado no Twitter uma campanha. Acompanhada de mensagens indignadas ou mesmo solitária, a expressão &#8220;<a title="#forasarney no Twitter" href="search.twitter.com/search?q=forasarney">#forasarney</a>&#8221; está sendo incluída nos posts de muita gente na rede social. Parece que os cidadãos estão começando a usar a internet para mobilizações políticas. O potencial do meio para isso é incontestável. Mas tenho minhas dúvidas se esta campanha está sendo tratada com a devida seriedade.</p>
<p>José Sarney já aprontou muito. Apoiou a ditadura militar, estendeu o congelamento de preços durante o Plano Cruzado com fins eleitorais e acabou disparando a inflação, distribuiu concessões de TV e rádio a torto e direito para compadres, tentou censurar blogs. Portanto, qualquer diminuição de poder do senador amapo-maranhense é benéfica para o Brasil. Ainda que tenham descoberto, 40 anos de vida pública depois, quem é José Sarney, a indignação é justa e necessária.</p>
<p>Porém, a maioria dos comentários adjacentes ao &#8220;#forasarney&#8221; postados no Twitter é vazia. As mensagens, quando não são virulentas ou raivosas, não têm conteúdo algum. Pouquíssimas trazem alguma informação que dê consistência ao mote da campanha.</p>
<p>O motivo essencial dessa inação travestida de mobilização é a caótica avalanche de notícias a que somos submetidos com fontes inesgotáveis de dados, números e manchetes frequentemente mal digeridas e transformadas em gritos em nome da moralidade, sem que se saiba exatamente qual o objeto da revolta. Deseja-se tirar Sarney por sua ligação com os recentes escândalos no Senado? Ou por todo o conjunto da obra? Neste caso, por que ninguém se revoltou quando Sarney foi eleito presidente do Senado? O que se ganha com a destituição de Sarney do cargo? Ou apenas deseja-se Sarney fora da presidência da Câmara Alta do Congresso porque é <em>cool</em>?</p>
<p>Por isso, o #forasarney, em muitos casos, é só uma tentativa oca de manifestar resíduos de uma falsa consciência política. Em outras situações, é apenas um esforço em emplacar a tag nos &#8220;trending topics&#8221; do Twitter &#8211; vide a<a title="Vídeo explicativo da frustrada tentativa de transformar #forasarney em um 'trending topic'" href="http://www.youtube.com/watch?v=5kNoYovrP6U"> patetice de algumas subcelebridades que deram à campanha, ridiculamente, o tom de galhofa</a>.</p>
<p><strong>Ao debate, por favor!</strong></p>
<p>A internet já provou ser uma ferramenta fabulosa para a democracia. Ela dá voz, espaço e tempo para que mais atores sociais &#8211; de indivíduos a organizações &#8211; possam expressar seus pontos de vista. O fomento à discussão, à troca de ideias, ao compartilhamento de informações e à reflexão analítica é um potente combustível para o motor da nossa realidade, rumo a patamares cada vez mais altos de justiça e cidadania. O debate permanente também é uma poderosa arma contra a transformação da mobilização popular em uma acrítica massa de manobra.</p>
<p>Saúdo estes novos indícios da participação política dos cidadãos na internet. Mas ainda fico reticente quando vejo manifestações tão superficiais. Mensagens de 140 caracteres (nos quais já inclusos os onze da expressão &#8220;#forasarney&#8221;) não são um método eficaz de ativismo político, a menos que sirvam para a disseminação de informações ou agregação de partidários numa luta em comum, para ações mais produtivas.</p>
<p>Participar de movimentos assim pode ser bacana, ajudar na sensação de pertencimento etc. mas a reflexão é fundamental. Sem uma dose de razão, o tom da campanha pode ficar emocional demais. O desequilíbrio descamba para mensagens autoritárias e antidemocráticas, como as que pedem o fechamento do Congresso ou aquelas repletas de palavrões.</p>
<p>Motivos para ter Sarney fora da presidência do Senado não faltam. O importante é identificá-los claramente. A desinformação aumenta o risco de se encampar um movimento a favor de quem prefere a falta de consciência política generalizada. É hora, portanto, de explorar mais o altíssimo potencial da internet para promover a troca de ideias. Quanto maior o debate, mais eficazes, contundentes e honestas serão as campanhas.</p>
<p>P.S. O <a href="http://www.memedecarbono.com.br">Meme de Carbono</a> já havia alertado para a necessidade de uma <a title="Fora Sarney, um grito desajeitado" href="http://www.memedecarbono.com.br/2009/06/30/fora-sarney-um-grito-desajeitado/">campanha mais informativa e menos desajeitada</a>.</p>
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		<item>
		<title>Sobre ler e escrever</title>
		<link>http://www.butucaligada.com.br/2009/04/26/sobre-ler-e-escrever/</link>
		<comments>http://www.butucaligada.com.br/2009/04/26/sobre-ler-e-escrever/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 13:57:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
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		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Afastamento temporário dos livros me mostrou a real importância da leitura para quem vive ou gosta de escrever. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img title="Livros na Kings Library Tower, dentro da British Library, em Londres" src="http://farm4.static.flickr.com/3035/2868288357_d30bea71eb.jpg?v=0" alt="" width="300" /></p>
<div class="legenda">Livros na Kings Library Tower, dentro da British Library, em Londres. Fonte: <a title="Página de Swamibu no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/swamibu/2868288357/">Swamibu &#8211; Flickr</a></div>
</div>
<p>Este período de poucos textos não se justifica só pela falta de tempo. O motivo da seca é outro. E tem muito a ver com uma <a title="David F. Mendes no Twitter" href="http://twitter.com/davidfmendes/status/1116215770">twittada do David F. Mendes</a>, feita em janeiro.</p>
<blockquote><p><span>Por que é que tem tanta gente que não lê e se mete a escrever? Porque fazem merda e não a reconhecem como tal. Não tem nariz.</span></p></blockquote>
<p><span>Não, não vesti a carapuça. Apenas concordo com ele. Embora eu não verbalizasse desta forma, ele conseguiu ser preciso: como alguém pode querer escrever bem se lê tão pouco?</span></p>
<p><span>Uma frase antiga &#8211; cujo autor não lembro agora, se alguém souber, avise! &#8211; diz que um bom escritor lê bem mais do que escreve. Compreendi, nos últimos dias, o significado deste aforismo na prática.</span></p>
<p><span>Fiquei sem escrever exatamente no momento em que fiquei sem ler. Atarefado no trabalho e em casa, deixei de lado minhas leituras informativas, opinativas, ficcionais, não-ficcionais, analíticas. O veículo que mais consultei nos últimos dias foi o <a title="Twitter" href="http://twitter.com">Twitter</a>. Assumamos que um microtexto de 140 caracteres é um material limitado, principalmente se não há possibilidade de aprofundá-los via conversação.</span></p>
<p><span>Neste período, não poderia escrever sobre meu dia a dia. Ele não é diferente da rotina de muita gente. E se o<span> </span><a title="O que é o Butuca Ligada" href="http://www.butucaligada.com.br/o-que-e-o-butuca-ligada">objetivo do Butuca Ligada</a> é trazer informações sob ângulos criativos, capazes de contribuir, humildemente, para uma vida mais legal, falar do meu cotidiano vai ajudar somente os insones.</span></p>
<p><span>É óbvio que não descobri só agora o gosto pela leitura. Foi devorando jornais e revistas, quando criança, que decidi ser jornalista. Foram os livros que me estimularam a buscar escrever cada vez melhor. Também não é a primeira vez que sinto falta das minhas leituras. No meio das minhas duas faculdades simultâneas, do mestrado e dos estudos para concursos, algumas obras se tornaram compulsórias. E não eram, em sua maioria, textos que mudaram a minha vida.</span></p>
<p><span>O ponto crucial é ter percebido que, sem ler, o trabalho deste jornalista, blogueiro e “<a title="Eu nas redes sociais" href="http://www.meadiciona.com/rperret">produtor-de-conteúdo-em-redes-sociais</a>” perde muito em qualidade.<span> </span>Compreendi, enfim, de modo cristalino, os diversos significados da leitura e sua importância para a escrita.</span></p>
<p><span><strong>Ler forma uma opinião</strong>. Todas as informações que você apreende de uma leitura – nomes, datas, locais, histórias, análises, descobertas, conquistas, perdas, experiências – entram em sua mente, comunicam-se entre si e, de repente, geram <em>insights</em>, ideias, pensamentos. E, assim nasce uma opinião. Uma entre bilhões, é verdade, mas uma opinião embasada pelo conhecimento obtido através da leitura.</span></p>
<p><span><strong>Ler exerce a criatividade.</strong> Conceber na mente a França do século 19 de <em><a title="Madame Bovary" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Madame_Bovary">Madame Bovary</a></em><em> </em>ou a urbe do futuro de <em><a title="1984" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1984_(livro)">1984</a></em> estimula a fantasia e a imaginação, além de facilitar a criação de metáforas.</span></p>
<p><span><strong>Ler define um estilo.</strong> Quanto maior a variedade de livros que você lê, mais contato você tem com construções de frases e períodos. O seu jeito de escrever passa a beber em fontes diferentes, ganha corpo e torna-se um estilo de texto próprio.</span></p>
<p><span><strong>Ler amplia o vocabulário.</strong> Você tem mais contato com novas palavras e expressões diferentes. Riqueza vocabular é condição necessária para um texto atraente e simpático.</span></p>
<p><span><strong>Ler aguça o humor. </strong>Até as narrativas angustiantes, tristes e pesadas costumam trazer passagens cômicas ou sarcásticas. Usar um estilo de humor adequado é sempre um tempero saboroso para o seu texto.</span></p>
<p>Mas o hábito da leitura não traz consequências diretas exclusivamente para quem escreve. Pelo menos duas delas são fundamentais nesta época em que a gente vive.</p>
<p><span><strong>Ler ocupa a mente.</strong> Já viram o filme <em><a title="O Leitor" href="http://www.imdb.com/title/tt0976051/">O Leitor</a></em>? Não é um filmaço, apesar da indicação ao Oscar. Mas retrata, em grau máximo, como a leitura pode ser o suporte da vida de uma pessoa, mesmo nas condições contrárias mais extremas possíveis (sem liberdade e sem a capacidade inicial de ler).<span> </span>Lembre-se, ainda, do personagem John, do livro <em><a title="Admirável Mundo Novo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Admirável_Mundo_Novo">Admirável Mundo Novo</a></em>. Alguém tem dúvidas dos benefícios que poderia trazer a leitura para ociosos, fofoqueiros e assinantes do pay-per-view do <em>Big Brother</em>?</span></p>
<p><span><strong>Ler estimula o senso crítico.</strong> Quem tem o hábito da leitura já consegue discernir o tipo de texto, o estilo de redação e os assuntos mais prazerosos e os mais incômodos. Isto é senso crítico. Ter acesso a uma variedade de informações – ficcionais ou reais, informativas ou opinativas, não importa – ajuda na orientação sobre o que é bom e ruim. Claro que esta consciência depende, também, da formação do indivíduo, delimitadora de seus valores e de suas prioridades – e mesmo estes são influenciáveis pela leitura. E, puxa, como seria bom se as pessoas tivessem um senso crítico mais apurado, neste mundo repleto de picaretas e carente de afetos&#8230;</span></p>
<p><span>Por tudo isso, ler é uma atividade precípua para quem pratica o exercício da escrita regularmente. Não vou mais abandonar meus livros (e blogs, jornais, revistas etc.). Quero sempre ler e, assim, ter material para debater, ideias para discutir e propostas para apresentar. Logo, se eu ficar dias sem postar, não digam “Escreva!”, e sim “Leia!”.</span></p>
<p><span>E vocês, também. Leiam, sempre.<br />
</span></p>
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		<title>E se o Twitter ficar popular&#8230; o que é que tem?</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Mar 2009 15:35:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Twitter virou capa da Época. E a capa da Época virou assunto no Twitter. Lógico. E o tema dominante no Twitter passou a ser: &#8220;caramba! E agora? O twitter vai virar uma espécie de Orkut?&#8221;. A quem passa ao largo dessa tola discussão, não, o medo não é do Twitter virar estética ou funcionalmente um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a title="Twitter" href="http://www.twitter.com"></a><a title="O Twitter vê e mostra tudo" href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI64069-15228,00-O+TWITTER+VE+E+MOSTRA+TUDO.html">Twitter virou capa da Época</a>. E a capa da <a title="Revista Época" href="http://www.epoca.com.br">Época</a> virou assunto no <a title="Twitter" href="http://www.twitter.com">Twitter</a>. Lógico. E o tema dominante no Twitter passou a ser: &#8220;caramba! E agora? O twitter vai virar uma espécie de <a title="Orkut" href="http://www.orkut.com.br">Orkut</a>?&#8221;.</p>
<p>A quem passa ao largo dessa tola discussão, não, o medo não é do Twitter virar estética ou funcionalmente um Orkut. O medo da galera é do Twitter ser &#8220;invadido&#8221; por uma centena de novos usuários que não conheciam o sistema, como ocorreu com o Orkut. O pensamento (quase) hegemônico é de que, após a popularização do Orkut e dos blogs, estas ferramentas passaram a ser utilizadas por gente que só se interessa em fazer jogos do tipo &#8220;você ficaria com a pessoa acima?&#8221;, postar textos em <a title="Miguxês" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Migux%C3%AAs">miguxês</a> e procurar por fotos de acidentes aéreos e de ex-BBBs peladas.</p>
<p>Eu pergunto: e daí? O que tanto incomoda essa galera? A internet não é um espaço ilimitado? Não é ela que lhe permitiu a produção de conteúdo através de sites, blogs, Orkut, Twitter, <a title="Facebook" href="http://www.facebook.com">Facebook</a> e quejandos? Por que outros não podem usufruir? Por que são novatos? Por que escrevem errado? Por que fazem perguntas idiotas? Por que preferem falar de assuntos &#8220;menores&#8221;? Ah, mas quando vêm de paraquedas em seus blogs e clicam no AdSense eles são muito legais, não é?</p>
<p>Estas pessoas, conhecidas e anônimas, não convivem conosco diariamente? Na rua, nos ônibus, no trabalho, na faculdade, no shopping, na praia, nos elevadores?  Por que não pode ser assim na internet? Cada um tem seu blog, cada um tem sua rede no Orkut, cada um tem seus seguidos e seguidores no Twitter. As afinidades se constroem. Não gostou, não leia, não conecte, não siga. E assim vamos levando a vida.</p>
<p>Já leio muita tolice na internet (inclusive de queixosos da chegada dos &#8220;bárbaros&#8221;). Assim como também leio muita coisa interessante, novidades, pontos de vista inusitados e criativos. A chegada de mais gente vai continuar produzindo tanto asneiras quanto genialidades.</p>
<p>Assusta-me a ideia de que a internet deveria permanecer intocada,  exclusiva para seres superiores e iluminados, baluartes do &#8220;bom gosto&#8221; e representantes da &#8220;inteligência&#8221; (e desprovidos de autocrítica&#8230;). A rede é, com todos os seus problemas, um inesgotável manancial de informações e, portanto, um canal extremamente adequado para a pluralidade e para a democratização da comunicação, tão sadias para a construção de uma sociedade justa e pacífica. E rechaçar a chegada de mais adeptos ao Twitter &#8211; e à internet como um todo &#8211; está muito longe de valores como justiça e paz.</p>
<p>Fecho o post com uma frase do síndico <a title="Cris Dias" href="http://www.crisdias.com.br">Cris Dias</a> que resume bem a história:</p>
<blockquote><p><span class="status-body"><span class="entry-content">Se você tem medo de o Twitter &#8220;virar o orkut&#8221; você não entendeu a do Twitter. (além de ser um elitista idiota)</span></span></p></blockquote>
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		<title>Novos limites para a relação entre imprensa e poder</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 20:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É mesmo necessário, com a penetração cada vez maior da internet, que detentores de cargos públicos utilizem espaço e tempo fixos em veículos de comunicação?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um país em que <a title="Donos de TVs e rádios, parlamentares desrespeitam a Constituição" href="http://www.rollingstone.com.br/edicoes/7/textos/109/">deputados e senadores detêm inúmeras concessões de rádio e TV</a>, contrariando a Constituição, a discussão sobre a relação entre imprensa e poder é urgente. Por isso, segue a minha humilde contribuição.</p>
<p>Sempre achei estranho que políticos com mandatos tivessem colunas em jornais ou programas de TV. Acho normal e democrático que os diários ofereçam espaço, de vez em quando, a artigos de deputados, vereadores, prefeitos. Mas nunca me soou bem a cessão fixa de centímetros ou minutos a agentes públicos nos veículos de comunicação. Hoje, um exemplo bem conhecido, pelo menos aqui no Rio, é o de um <a title="Wagner Montes" href="http://www.alerj.rj.gov.br/common/deputado.asp?codigo=260">deputado estadual ex-jurado do Programa Silvio Santos</a>, eleito com plataforma baseada no combate à violência e com um <a title="Balanço Geral" href="http://www.recordrio.com.br/programas.php?p=1">programa diário, sobre o tema, de 165 minutos na TV Record carioca.</a> </p>
<p>Na era da internet, alguns elementos novos atualizam o cenário. Os ocupantes de cargos públicos têm plenas condições de manterem, com recursos particulares ou com o apoio dos órgãos em que trabalham, sites e blogs para divulgarem seus trabalhos e acentuarem seu contato com os cidadãos. A intermediação da imprensa poderia se resumir a ações bem mais específicas.</p>
<p>Por isso, continuo achando muito esquisito, por exemplo, que o <a title="Cedae - Governo do Estado do Rio de Janeiro" href="http://www.governo.rj.gov.br/indice.asp?orgao=32">presidente da companhia de saneamento do Estado</a> e um <a title="Diário Oficial de 07/01/2009" href="http://img.photobucket.com/albums/v194/rperret/besserman.jpg">assessor especial do prefeito</a> tenham blogs mantidos por um grande jornal carioca. E, para piorar, nenhum dos dois são apresentados como tais. O primeiro aparece como <a title="Blog de Wagner Victer" href="http://oglobo.globo.com/blogs/wagner/">&#8220;especialista em energia indústria naval e petróleo&#8221;</a>, enquanto o outro faz parte da &#8220;turma&#8221; da principal coluna do jornal e fala sobre &#8220;<a title="Blog do Besserman" href="http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/besserman/">Mundo, Brasil, Rio, Copacabana e aquecimento global&#8221;</a>.</p>
<p>Posso estar sendo rigoroso, não sei&#8230; O que vocês acham?</p>
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		<title>Butuca Ligada 2009</title>
		<link>http://www.butucaligada.com.br/2008/12/30/butuca-ligada-2009/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Dec 2008 01:49:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
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		<description><![CDATA[Ei, espere aí. Você está no Butuca Ligada, sim. É isso mesmo. Trata-se da versão 2009 do seu mais famoso blog de cabeceira Como um reflexo da minha vida, o Butuca se modificou. Começa o ano com novo endereço, novo layout, nova abordagem, mas o estilo de sempre. Mudei o blog porque evoluir é fundamental. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ei, espere aí. Você está no Butuca Ligada, sim. É isso mesmo. Trata-se da versão 2009 do seu mais famoso blog de cabeceira <img src='http://www.butucaligada.com.br/wp/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Como um reflexo da minha vida, o Butuca se modificou. Começa o ano com novo endereço, novo layout, nova abordagem, mas o estilo de sempre.</p>
<p>Mudei o blog porque evoluir é fundamental. Já são mais de dez anos de web, vivenciei muita coisa na internet e estava na hora de experimentar novos rumos no Butuca, que andava meio esquecido, coitado. Registro aqui um compromisso: ele está voltando, e pra ficar durante muito tempo.</p>
<p>A cara nova traz um design mais <em>clean</em>, com muitos recursos e menos confusão (espero!). Estou explorando as tags, o que facilita a busca no blog; valorizei a programação, buscando a validação de XHTML, CSS e de acessibilidade segundo critérios universais; adicionei widgets que considero interessantes para o leitor deste humilde sítio; e coloquei mais informações sobre mim, de forma a transformar o Butuca como um&#8230; hã&#8230; &lt;ego&gt;Portal do Raphael Perret&lt;/ego&gt;.</p>
<p>Quando falo de &#8220;novas abordagens&#8221;, refiro-me à nova tônica deste blog: ele continuará opinativo, mas sempre baseado em informação, tentando oferecer alguma novidade, algum ponto de vista interessante, algum ângulo mais inusitado. Os assuntos continuam o mesmo (saiba mais sobre <a href="http://www.butucaligada.com.br/o-que-e-o-butuca-ligada">os velhos e novos conceitos do Butuca Ligada</a>).</p>
<p>Enfim, chega, senão estarei montando um manual de instruções do blog, o que vai na contramão da característica espontânea, simples e informal da ferramenta. Navegue, leia os posts, participe. Qualquer dúvida, sugestão ou queixa sobre o novo layout, ou aviso de algum erro, faça sem pudor. Use os comentários abaixo ou <a title="Formulário de contato" href="http://www.butucaligada.com.br/contato">entre em contato</a>.</p>
<p>Aquele abraço e um 2009 repleto de felicidades, alegrias e&#8230; mudanças! <img src='http://www.butucaligada.com.br/wp/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<item>
		<title>Lançamento do livro &quot;Eu, Mídia &#8211; A Era Cidadã e o Impacto da Publicação Pessoal no Jornalismo&quot;</title>
		<link>http://www.butucaligada.com.br/2008/07/25/lancamento-do-livro-eu-midia-a-era-cidada-e-o-impacto-da-publicacao-pessoal-no-jornalismo/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 02:13:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
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		<category><![CDATA[jornalismo cidadão]]></category>
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		<description><![CDATA[Em agosto, será lançado o livro &#8220;Eu, Mídia &#8211; A Era Cidadã e o Impacto da Publicação Pessoal no Jornalismo&#8221;, uma coletânea de artigos sobre os diversos ângulos do jornalismo cidadão. Democracia digital, redes sociais e conteúdo móvel são alguns dos temas abordados. Eu participo do livro assinando um artigo sobre blogs e jornalismo. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em agosto, será lançado o livro &#8220;Eu, Mídia &#8211; A Era Cidadã e o Impacto da Publicação Pessoal no Jornalismo&#8221;, uma coletânea de artigos sobre os diversos ângulos do jornalismo cidadão. Democracia digital, redes sociais e conteúdo móvel são alguns dos temas abordados.</p>
<p>Eu participo do livro assinando um artigo sobre blogs e jornalismo. <img src='http://www.butucaligada.com.br/wp/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O livro custará R$ 25,00, será lançado pela Editora Opvs e foi organizado por Mario Lima Cavalcanti, do <a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/">Jornalistas da Web</a>.</p>
<p>Convidamos todos vocês para a noite de autógrafos, que será no dia 13, uma quarta-feira, às 19 horas, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon, no Rio de Janeiro. Eu, o Mario e outros co-autores estaremos lá.</p>
<p>Leia a <a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=displayConteudo&amp;idConteudo=3285">nota sobre o lançamento</a> (pode ser livremente reproduzida).</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Eu, Mídia &#8211; A Era Cidadã e o Impacto da Publicação Pessoal no Jornalismo</span></p>
<p><span style="font-style:italic;">Os novos Jornalistas</span><br />
Mario Lima Cavalcanti</p>
<p><span style="font-style:italic;">O impacto da hipermídia na democracia digital</span><br />
Pollyana Ferrari</p>
<p><span style="font-style:italic;">Os blogs e a multiplicação das vozes</span><br />
Raphael Perret</p>
<p><span style="font-style:italic;">Olhares sobre o jornalismo colaborativo</span><br />
Ana Maria Brambilla</p>
<p><span style="font-style:italic;">Redes sociais, capital social e a difusão de informações</span><br />
Raquel Recuero</p>
<p><span style="font-style:italic;">Comunidades geoespaciais e o jornalismo digital</span><br />
José Antonio Meira da Rocha</p>
<p><span style="font-style:italic;">Jornalismo participativo móvel</span><br />
Paulo Henrique Ferreira</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Serviço:</span></p>
<p>Lançamento do livro &#8220;Eu, Mídia &#8211; A Era Cidadã e o Impacto da<br />
Publicação Pessoal no Jornalismo&#8221;<br />
Data: 13/08/2008 (quarta-feira)<br />
Horário: a partir das 19h<br />
Local: Livraria da Travessa &#8211; Shopping Leblon<br />
Endereço: Rua Afrânio de Melo Franco, 290 &#8211; lj. 205<br />
Leblon &#8211; Rio de Janeiro<br />
Tel.: 21 3438-9600</p>
<p>Clique nas imagens para vê-las ampliadas:</p>
<p>Convite:<a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/docs/img/eumidia_convite.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.jornalistasdaweb.com.br/docs/img/eumidia_convite.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p>Capa do livro:<br />
<a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/docs/img/eumidia_capa.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.jornalistasdaweb.com.br/docs/img/eumidia_capa.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
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		<title>Portaria do TRE-RJ sobre blogs na campanha eleitoral</title>
		<link>http://www.butucaligada.com.br/2008/06/02/portaria-do-tre-rj-sobre-blogs-na-campanha-eleitoral/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 19:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[vida louca vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Semana passada foi divulgada uma notícia sobre uma Portaria baixada pelo TRE-RJ que liberaria a propaganda eleitoral em blogs e sítios de relacionamento. O âmbito dessa permissão não estava muito claro: qualquer blog poderia fazer campanha? Ou somente o blog do candidato? A Portaria foi publicada no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semana passada foi divulgada uma notícia sobre uma Portaria baixada pelo TRE-RJ que liberaria a propaganda eleitoral em blogs e sítios de relacionamento. O âmbito dessa permissão não estava muito claro: qualquer blog poderia fazer campanha? Ou somente o blog do candidato?</p>
<p>A Portaria foi publicada no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, Parte III, Seção II, Pág. 1. Copio-a no fim do post, mas destaco logo o primeiro artigo do documento, que talvez esclareça o imbróglio:</p>
<p>&#8220;Art. 1º. A propaganda eleitoral na Internet somente será permitida nas páginas do candidato destinadas exclusivamente à campanha eleitoral, a partir do dia 06 de julho de 2008 e até a antevéspera das eleições. (Res. TSE nº 22.718/08, arts. 18 e 36, caput; Res. TSE nº 22.579/07).</p>
<p>Parágrafo único. Consideram-se páginas na Internet, para o fim de que trata o caput deste artigo, as páginas institucionais com terminação can.br ou com outras terminações, os diários eletrônicos (blogs) e as páginas em sítios de relacionamento.&#8221;</p>
<p>Ou seja: os candidatos podem montar, além de uma página oficial, blogs e perfis em sítios de relacionamento. Pela redação, não é permitida a propaganda eleitoral fora destes canais &#8220;oficiais&#8221;. Ponto.</p>
<p>A grande dúvida é: se um blog não-oficial trouxer, depois de 6 de julho, informações e notícias (e não *opiniões*) sobre algum candidato, positivas ou não, estará configurada a propaganda? Isto deveria ficar claro, porque um blogueiro pode muito bem denunciar uma ação errada de um candidato, a bem da sociedade, mas sem o compromisso ou o objetivo de fazer campanha contra ele.</p>
<blockquote><p>COORDENADORIA DE FISCALIZAÇÃO DE PROPAGANDA</p>
<p>PORTARIA Nº 02/2008 &#8211; CFPE</p>
<p>Dispõe sobre a veiculação de propaganda eleitoral na Internet e outros<br />
meios eletrônicos de comunicação, para as eleições de 2008.</p>
<p>O COORDENADOR DE FISCALIZAÇÃO DA PROPAGANDA ELEITORAL DO ESTADO DO RIO<br />
DE JANEIRO, JUIZ LUIZ MÁRCIO VICTOR ALVES PEREIRA, no uso das<br />
atribuições,</p>
<p>CONSIDERANDO a competência de âmbito estadual do Juiz Coordenador da<br />
Fiscalização da Propaganda Eleitoral do Rio de Janeiro para as<br />
eleições municipais de 2008, conforme o art. 1º da Resolução TRE/RJ nº<br />
677/08;</p>
<p>CONSIDERANDO o disposto no art. 18 da Resolução do TSE nº 22.718/08,<br />
que regulamenta a veiculação de propaganda eleitoral na Internet para<br />
as eleições de 2008;</p>
<p>CONSIDERANDO a manifestação dos diretórios regionais dos partidos<br />
políticos do Estado do Rio de Janeiro no sentido de ser disciplinado,<br />
no âmbito deste Estado, critérios para a utilização da Internet como<br />
meio de veiculação de propaganda eleitoral, em observância ao<br />
estabelecido no art. 18 da Resolução supracitada;</p>
<p>CONSIDERANDO o avanço tecnológico e a inevitável evolução da<br />
propaganda eleitoral, por intermédio da Internet;</p>
<p>CONSIDERANDO que o acesso às páginas da Internet, aos &#8220;blogs&#8221;e aos<br />
sítios de relacionamento dependem da iniciativa direta dos usuários<br />
que espontaneamente buscam os endereços eletrônicos desejados ou mesmo<br />
se utilizam de habilitação ou convite para o estabelecimento de<br />
contatos nas comunidades;</p>
<p>CONSIDERANDO a disposição contida no inciso XXIV, do art. 6º, da<br />
Resolução nº 477, de 07/08/2007, da Agência Nacional de<br />
Telecomunicações &#8211; ANATEL, que garante ao usuário de telefonia celular<br />
o direito de não recebimento de mensagens de cunho publicitário da<br />
prestadora em sua Estação móvel sem o seu consentimento prévio;</p>
<p>CONSIDERANDO a realidade inexorável de que a chamada &#8220;Grande Rede&#8221; se<br />
tornou um ambiente extremamente democrático, onde as pessoas das mais<br />
variadas classes sociais, crenças e etnias se comunicam com enorme<br />
rapidez e ali lançam suas idéias, havendo, até mesmo, políticas<br />
públicas de &#8220;inclusão digital&#8221; para ampliação do acesso da população<br />
ao &#8220;mundo virtual&#8221;;</p>
<p>CONSIDERANDO a necessidade do emprego de uma interpretação sistêmica<br />
das normas constitucionais e infraconstitucionais, diante da evolução<br />
dos fatos sociais ainda não regulamentados formalmente, bem como do<br />
princípio da isonomia no processo eleitoral;</p>
<p>R E S O L V E:</p>
<p>Art. 1º. A propaganda eleitoral na Internet somente será permitida nas<br />
páginas do candidato destinadas exclusivamente à campanha eleitoral, a<br />
partir do dia 06 de julho de 2008 e até a antevéspera das eleições.<br />
(Res. TSE nº 22.718/08, arts. 18 e 36, caput; Res. TSE nº 22.579/07).</p>
<p>Parágrafo único. Consideram-se páginas na Internet, para o fim de que<br />
trata o caput deste artigo, as páginas institucionais com terminação<br />
can.br ou com outras terminações, os diários eletrônicos (blogs) e as<br />
páginas em sítios de relacionamento.</p>
<p>Art. 2º. Fica vedada qualquer forma de veiculação de propaganda<br />
eleitoral paga, bem como a divulgação patrocinada de endereço de<br />
página de candidato em sítios de busca.</p>
<p>Art. 3º. Não será permitido o envio de mensagens não solicitadas pela<br />
Internet (spams) e por qualquer outro meio eletrônico de comunicação,<br />
inclusive por intermédio de telefonia celular (torpedos),<br />
telemarketing e correio de voz (Lei nº 9.504/97, art. 37 e Res. TSE nº<br />
22.718/08, art. 13).</p>
<p>Art. 4º. A inobservância às disposições contidas nos artigos<br />
anteriores sujeitará os responsáveis e/ou beneficiários às sanções<br />
previstas na Lei nº 9.504/97 e na Resolução TSE nº 22.718/08.</p>
<p>Art. 5º. Em todos os casos previstos na presente Portaria serão<br />
observadas as regras insertas na Resolução do TSE nº 22.718/08 e<br />
demais normas eleitorais vigentes.</p>
<p>Art. 6º. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.</p>
<p>Rio de Janeiro, 29 de maio de 2008.</p>
<p>Luiz Márcio Victor Alves Pereira<br />
Juiz Coordenador da Fiscalização da Propaganda Eleitoral No Estado do<br />
Rio de Janeiro</p>
<p>Alexandre A. Gonçalves<br />
Delegado PTB</p>
<p>Wevergton Brito Lima<br />
Executiva Estadual do PC do B</p>
<p>Joycemar Tejo<br />
Advogado do PCB</p>
<p>Márcio Marcelo<br />
Advogado e Delegado do PR</p>
<p>Mara Hofans<br />
Advogada e Delegada do PDT</p>
<p>Joel Montenegro Carrilho<br />
Delegado do PSC</p>
<p>Alexandre Araújo<br />
Advogado e Delegado do PSDC</p>
<p>João Fernando Moreira<br />
Delegado do PP</p>
<p>Roberto Percinoto<br />
Membro da Executiva do PPS</p>
<p>Antonio Manoel de Souza<br />
Presidente Regional e Municipal do PSL</p>
<p>Paulo Roberto Kuchenmeister De Memoria<br />
Presidente do Diretório Municipal do PTN</p>
<p>Leda Maria Domingues dos Santos<br />
Delegada do PRB</p>
<p>Oswaldo S. Oliveira<br />
Presidente do PRP</p>
<p>Alexandre D. Bordallo<br />
Advogado do PMDB</p>
<p>Rodrigo C. Custodio Nunes<br />
Delegado do PSDB</p>
<p>Claudia R. Duran da Silva<br />
Secretária do PTC</p>
<p>Valeria Delibero Tatsch<br />
Delegada do PSOL</p>
<p>Ana Amélia Menna Barreto<br />
Assessora Parlamentar do Presidente do PV/MG<br />
Deputado Federal José Fernando Aparecido de Oliveira</p>
<p>Sergio Guilherme Ferreira Brauniger<br />
Advogado do DEM</p>
<p>Carla Piranda Rebello<br />
PV</p>
<p>REPRESENTANTE DO PT</p>
<p>Paulo César Mendes da Silva<br />
Delegado do PT do B</p>
<p>Antônio de Oliveira Costa<br />
Secretário do PHS</p></blockquote>
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		</item>
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		<title>Ciranda de textos sobre jornalismo online &#8211; Imprensa x blogs, da guerra à paz</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jan 2008 10:41:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<description><![CDATA[* Este texto faz parte da primeira edição brasileira do Carnival of Journalism &#8211; Ciranda de textos sobre jornalismo online. Veja o guia de leitura desse mês no blog do André Deak. Há dez anos, os jornais começavam a experimentar as oportunidades que a web oferecia para a divulgação e transmissão da informação. Tudo começou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>* Este texto faz parte da primeira edição brasileira do <strong>Carnival of Journalism &#8211; Ciranda de textos sobre jornalismo online</strong>. Veja o guia de leitura desse mês no blog do <a href="http://www.andredeak.com.br">André Deak</a>.</em></p>
<p>Há dez anos, os jornais começavam a experimentar as oportunidades que a web oferecia para a divulgação e transmissão da informação. Tudo começou com a mera transposição da versão impressa para a digital. Cientes de todo o potencial da internet, logo as equipes passaram a montar redações exclusivas para a produção de notícias diretamente para a web. Hoje, se ainda têm um longo caminho a percorrer, os veículos de jornalismo online já constituem um segmento importante da imprensa no mundo todo.</p>
<p>Há dez anos, os blogs não passavam de diários virtuais, relatos de seus autores sobre o cotidiano e pensamentos aleatórios. O tempo passou e os &#8220;diários&#8221; encorparam, começaram a trazer opiniões consistentes sobre diversos temas e alguns chegaram a furar e pautar jornais, revistas e emissoras de TV e rádio. Atualmente, jornalistas, tanto experientes quanto novatos, exploram o formato do blog para ganhar intimidade com seus leitores e conquistar um espaço onde podem ser mais independentes.</p>
<p>No quesito da importância no fluxo da informação, é claro que os veículos da imprensa ainda ganham dos blogs. Dispõem de uma infra-estrutura que lhes permite checar e apurar as informações e carregam marcas centenárias de credibilidade. Porém, isso não significa que os jornais são inequívocos e a blogosfera é uma seara de falsários. Há muitos exemplos de blogs confiáveis, relevantes e que são capazes de influenciar os grupos que compõem seus nichos. A tendência, inclusive, é de um crescimento da importância dos blogs, uma vez que eles estão cada vez mais expostos. São conhecidos até por leitores que se conectavam somente para checar e-mails e ver as notícias dos jornais tradicionais. Além disso, novos modelos publicitários abrem brechas para que blogueiros possam se profissionalizar e ganhar receitas monetárias com sua produção.</p>
<p>A pergunta atual não é como os jornais podem sobreviver diante do avanço dos blogs, mas como ambos poderão coexistir. Não vejo antagonismo entre as duas abordagens, mas sim intercâmbio e complementaridade. Os blogs sempre se inspiram em notícias da grande mídia para seus posts. Os principais veículos online contam com blogs em seu conteúdo. O caminho é a exploração simultânea dos recursos dos dois meios. A blogosfera dificilmente superará os grandes veículos de comunicação em termos de audiência e influência. Entretanto, o futuro do jornalismo online passa obrigatoriamente pelos blogs.</p>
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		<title>Um mimo de meme</title>
		<link>http://www.butucaligada.com.br/2007/10/18/um-mimo-de-meme/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Oct 2007 02:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
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		<description><![CDATA[O amigo Daniel me indicou para seguir um meme. Sendo assim&#8230; &#8220;O há pouco citado Dictionnaire de linguistique nos dá, no verbete &#8220;connotation&#8221;, uma definição um pouco mais clara e mais acessível aos leigos: denotação é &#8216;tudo aquilo que, no sentido de um termo, é objeto de um consenso na comunidade lingüística.(&#8230;)&#8217;&#8221;. (GARCIA, Othon M.Comunicação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O amigo <a href="http://amenidadesebobajadas.blogspot.com/2007/10/re-um-mimo-de-meme.html">Daniel</a> me indicou para seguir um meme. Sendo assim&#8230;</p>
<p><strong>&#8220;O há pouco citado <em>Dictionnaire de linguistique</em> nos dá, no verbete &#8220;connotation&#8221;, uma definição um pouco mais clara e mais acessível aos leigos: denotação é &#8216;tudo aquilo que, no sentido de um termo, é objeto de um consenso na comunidade lingüística.(&#8230;)&#8217;&#8221;. (GARCIA, Othon M.<em>Comunicação em prosa moderna: aprendendo a escrever, aprendendo a pensar</em>. 17. ed. reimp. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1997.</strong></p>
<p>Não entendeu? Veja, então, o rol de tarefas que eu devia seguir:</p>
<p>1ª) Pegar um livro próximo (PRÓXIMO, não procure);</p>
<p>2ª) Abra-o na página 161;</p>
<p>3ª) Procurar a 5ª frase completa;</p>
<p>4ª) Postar essa frase em seu blog;</p>
<p>5ª) Não escolher a melhor frase nem o melhor livro;</p>
<p>6ª) Repassar para outros 5 blogs.</p>
<p>Fico devendo o repasse. Acho difícil conhecer cinco blogs que não tenham participado ainda. <img src='http://www.butucaligada.com.br/wp/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Encontro marcado no BarCamp Rio</title>
		<link>http://www.butucaligada.com.br/2007/10/17/encontro-marcado-no-barcamp-rio/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Oct 2007 19:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<description><![CDATA[Nos vemos no BarCamp Rio, domingo, 21, na PUC. Reunir gente interessada em tecnologia e sociedade, disposta a trocar experiências, colaborar &#8211; esse é o objetivo do BarCamp. Cada participante é encorajado a fazer uma apresentação, demonstrar o projeto em que está trabalhando, ou fazer parte ativamente das conversas que ocorrem no evento. Não há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos vemos no <a href="http://barcamp.blaz.com.br/rio">BarCamp Rio</a>, domingo, 21, na PUC.</p>
<blockquote><p>Reunir gente interessada em tecnologia e sociedade, disposta a trocar experiências, colaborar &#8211; esse é o objetivo do BarCamp. Cada participante é encorajado a fazer uma apresentação, demonstrar o projeto em que está trabalhando, ou fazer parte ativamente das conversas que ocorrem no evento. Não há lista de palestrantes, nem programação fechada &#8211; são os próprios participantes que decidem a grade de discussões no começo do dia. Existem muitas idéias e vontade de colaborar; participar é estar envolvido diretamente em uma estrutura de conversação horizontal e emergente.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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