Que tal doar sangue hoje?

Hoje fui doar sangue no Hemorio. Não custa nada: que tal ajudar a salvar vidas?

Hoje fui doar sangue no Hemorio. Não custa nada: que tal ajudar a salvar vidas?
O “movimento” que tem dominado o Twitter, à primeira vista, reflete um processo de conscientização política dos usuários de internet. Mas, se examinarmos a fundo, vemos que a campanha está longe de ser consistente.
Leia o post completo »Agora que não será mais necessário ter o diploma de jornalista para exercer a profissão, surgem pelo menos duas perguntas:
1) o que acontecerá com os cursos superiores de jornalismo? Haverá estudantes interessados em fazer a faculdade, podendo trabalhar na imprensa apenas com o Ensino Médio? Ainda que o diploma não seja obrigatório, ele poderá ser um diferencial. Uma diminuição da quantidade de candidatos pode, quem sabe, aumentar a qualidade dos cursos. Mas as universidades precisarão investir. A formação e o estudo permanecem fundamentais para a prática jornalística.
2) o que vai acontecer com a qualidade do jornalismo? Não acho que vá mudar muita coisa. Os piores vícios da atividade, hoje, têm mais a ver com estratégias empresariais do que com os recursos humanos – embora estes, claro, sejam decisivos para o nível do jornalismo praticado hoje em dia. Não é à toa que tanta gente comemora a queda da exigência do curso superior.
Porém, também não é extinguindo a obrigatoriedade do diploma que, agora, só entrarão para o mercado baluartes que salvarão o jornalismo da desmoralização. Ao contrário do que pensam os apocalípticos, não haverá um “liberou geral”.
As empresas não contratarão “qualquer um”. As entrevistas, dinâmicas e provas continuarão selecionando de acordo com os mesmos critérios de antes. Só da lista dos documentos necessários para a assinatura do contrato é que o diploma será limado. Portanto, se um historiador, ou sociólogo, ou médico, ou whatever tentar a sorte e mostrar dotes necessários para a prática jornalística, poderá ser aproveitado. Não quer dizer, porém, que será melhor do que um jornalista formado em faculdade.
Por isso que o maior perigo da decisão do STF é criar o mito de que o jornalismo é fácil. Não, não é. Jornalismo é apurar o obscuro, checar os dados, ter cultura geral, criar pautas interessantes, escrever decentemente, contar uma boa história, tecer análises fundamentadas, interpretar os fatos, informar. O profissional pode até não precisar de diploma pra saber tudo isso. Mas deve saber que jornalismo não é pra qualquer um.
A Rede Globo e o Serviço Social da Indústria (Sesi) montaram postos de coleta de donativos para os desabrigados das enchentes que assolam a Região Nordeste há 45 dias. A preciosa dica é do meu ex-aluno e um dos editores do futebolístico Blogols, Carlos Alberto Ferreira.
A Cruz Vermelha do Estado do Ceará informa como é possível ajudar com dinheiro ou voluntariado.
Se você souber de mais postos ou de outras maneiras de ajudar, em todo o Brasil, deixe nos comentários que atualizarei o post.
Vi esta chamada na primeira página do Globo Online:
Alimentos que ajudam a prevenir o câncer – Novo estudo revela que frutas, legumes e verduras podem contribuir para menor incidência da doença. Consumo de carne vermelha, embutidos e industrializados deve ser reduzido
Ia escrever, aqui, sobre o falso apelo desta “novidade”, pois pra mim é óbvio que uma dieta rica em carne vermelha, embutidos e industrializados só pode fazer mal. Mas quando me lembro de vários amigos que vão frequentemente a uma churrascaria, comem mortadela diariamente e ainda torcem o nariz pra saladas, percebo o quanto é importante espalhar estas notícias.
Portanto, moçada, leiam a reportagem e se cuidem.

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