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	<title>Butuca Ligada &#187; livros</title>
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	<description>Informação é estar atento &#124; por Raphael Perret</description>
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		<title>Por um estilo de vida que ajude no combate ao câncer</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:47:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vida louca vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Alimentação, atividade física, equilíbrio emocional e meio ambiente: eis os quatro pilares em que se sustenta a biologia anticâncer de David Servan-Schreiber. O neurocientista e portador de um tumor cerebral, em "Anticâncer", traz suas pesquisas sobre os mecanismos de inibição e estímulo do sistema imunológico quando este encontra células cancerosas - que todos nós temos - e mostra como os hábitos de vida podem tratar e prevenir a doença.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><em><a href="http://2.bp.blogspot.com/-BFyc5fauc7A/TuDs-CUHeRI/AAAAAAAABoM/ZSF0Fi4ssEI/s1600/Anticancer_ler_.JPG"><img class="alignleft" style="margin-right: 10px;" title="Capa do livro &quot;Anticancer&quot;" src="http://2.bp.blogspot.com/-BFyc5fauc7A/TuDs-CUHeRI/AAAAAAAABoM/ZSF0Fi4ssEI/s1600/Anticancer_ler_.JPG" alt="Capa do livro &quot;Anticancer&quot;" width="138" /></a>Anticâncer</em>, lançado em 2007, é um relato de <a title="Verbete &quot;David Servan-Schreiber&quot; na Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/David_Servan-Schreiber">David Servan-Schreiber</a>, médico, sobre como a descoberta de que tinha câncer o levou a estudar os mecanismos de inibição e estímulo do sistema imunológico do corpo humano quando encontra células cancerosas &#8211; que todos nós carregamos, conforme destaca a quarta capa da publicação. As revelações, das mais óbvias às mais surpreendentes, são todas importantes.</p>
<p>O livro ganha força quando revela a irônica coincidência que ocorreu com o autor. Schreiber descobriu ter câncer no cérebro, ele que era psiquiatra e neurocientista. A revelação da doença foi ainda mais inusitada: substituindo um estudante que serviria de “cobaia” para um experimento em um aparelho de ressonância magnética. Passadas as angústias de quem descobre ter uma grave doença, o médico fez o tratamento convencional, foi curado e voltou às atividades normais. Porém, o tumor retornou.</p>
<p>A partir desse momento é que Schreiber inicia sua pesquisa sobre terapias alternativas aos métodos já existentes. Em seus estudos, começou a indagar-se por que o câncer na Ásia tem, dependendo da área do corpo atingida, uma incidência de 7 a 60 vezes menor do que no Ocidente, embora microtumores pré-cancerosos de próstata se apresentem na mesma quantidade em todo o mundo. Descobriu que a taxa de chineses que foram para os EUA e adquiriram a doença era igual à de um ocidental. E começou a concluir que a herança genética tem pouca influência sobre a possibilidade de se ter um câncer e o que afeta mesmo o crescimento de tumores malignos são os hábitos de vida.</p>
<p>Os resultados das pesquisas compõem o que Schreiber chama de “biologia anticâncer”, um conjunto de práticas fundamentais para a prevenção e o tratamento da doença. Essa “Biologia anticâncer” pode ser dividida em quatro grandes orientações, resumidas a seguir:</p>
<ul>
<li>cuidado especial com a alimentação, evitando o açúcar, preferindo uma dieta vegetariana, com flexibilidade para incluir, no máximo, peixes e carnes orgânicas;</li>
<li>buscar o equilíbrio emocional, tentando identificar e vencer seus traumas, e evitar trocar os mais desejos mais sinceros e profundos por uma aceitação de pessoas importantes (como, por exemplo, deixar de seguir uma carreira com que sempre se sonhou para seguir a profissão do pai e deixá-lo orgulhoso);</li>
<li>praticar atividades físicas;</li>
<li>dar atenção ao meio ambiente.</li>
</ul>
</div>
<div>
<p>Não cheguei a comparar com precisão, mas tive a impressão de que o tema alimentação é o mais destacado. Faz sentido, pois se trata da ação mais fácil e menos contraindicada, já que a dieta sugerida é rica em frutas, legumes e verduras. O autor ainda lista os alimentos com mais evidências de sucesso em um tratamento de câncer.</p>
<p><strong>Evidências científicas, pesquisas bem-sucedidas e a falta de apoio político e financeiro</strong></p>
<p>O melhor do livro é o misto de narração com dissertação &#8211; afinal, trata-se de uma história permeada por escolhas e argumentos que precisam de defesa e explicações. O relato é cheio de vida, uma fábula que transforma a arrogância de um cientista brilhante na humildade de um <em>open-minded</em> pesquisador que é, ao mesmo tempo, sujeito e objeto de seu estudo. E a argumentação se equilibra entre a serenidade exigida pelo rigor científico e o entusiasmo na constatação dos avanços/progressos/evidências de que certas práticas e alimentos contribuem para a melhora ou, no mínimo, para um tratamento menos sofrido, sempre com referências a pesquisas feitas por outros cientistas. Schreiber defende suas teses e estudos, mas compreende os colegas médicos não prescreverem o que ele defende porque não há provas científicas, por exemplo, dos benefícios do chá verde ou da prática do judô.</p>
<p>O autor ainda encontra espaço para denunciar a falta de apoio financeiro para as pesquisas da influência dos alimentos no combate ao câncer, porque nenhuma empresa farmacêutica se beneficiaria disso (o que justifica a ausência de prova científica). Também cita o caso de um parlamentar norte-americano que, ao defender a diminuição do uso de carne vermelha por conta dos malefícios que ela traz, não conseguiu mais doações para as suas campanhas, já que vinha de um estado em que a pecuária era uma atividade econômica forte.</p>
<p>A atividade psiquiátrica lhe permitiu ter contato com outros portadores de câncer. O acompanhamento de pacientes a quem recomendava as práticas da “biologia anticâncer” e o consequente impacto positivo das medidas reforçaram suas hipóteses. Aliás, a própria vivência do autor ajuda a documentar sua teoria: ele relata como se sentiu melhor quando aperfeiçoou a alimentação. E sua própria longevidade também diz muita coisa: Schreiber morreu em julho de 2011, após lutar 19 anos contra a doença.</p>
<p>O autor não pretendia ser um iconoclasta. Sempre que pode, em <em>Anticâncer</em>reconhece a importância do tratamento convencional, embora critique médicos que “nem olham” para o paciente. Mas indica com ardor a aplicação da biologia anticâncer, lembrando que não há, na suprema maioria dos casos, contraindicação (exceto algumas atividades físicas).</p>
<p>Comecei a ler <em>Anticâncer</em> durante a pior fase da doença que tomou conta de meu pai, no final de 2009. Interrompi a leitura algumas semanas depois do início, mas a retomei porque passei a tentar entender o funcionamento dessa maligna doença. Recomendo fortemente. Aos céticos, tem as evidências científicas. Aos desiludidos, fontes de informação que podem trazer esperança e conhecimento para viver momentos tão difíceis. Lamento apenas, pelas circunstâncias da vida, não ter lido antes o livro. Talvez o desfecho não fosse diferente. Mas, pelo menos, teríamos tentado algo a mais.</p>
</div>
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		<title>O clube do filme, do pai e do filho</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 01:21:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Ex-crítico de cinema, David Gilmour (que não é o guitarrista do Pink Floyd) está desempregado e, como se não bastasse, vê seu filho Jesse, de 15 anos, ter tanta afinidade com a escola quanto tem um ateu com a igreja. O pai propõe ao jovem que, sim, ele pode abandonar as aulas, desde que assistam, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="margin-right: 8px; margin-bottom: 8px;" title="'Clube do filme', de David Gilmour" src="http://criapub.files.wordpress.com/2009/08/clubedofilme.jpg" alt="Capa do livro 'Clube do filme', de David Gilmour" width="150" /></p>
<p>Ex-crítico de cinema, David Gilmour (que <strong>não </strong>é o guitarrista do Pink Floyd) está desempregado e, como se não bastasse, vê seu filho Jesse, de 15 anos, ter tanta afinidade com a escola quanto tem um ateu com a igreja. O pai propõe ao jovem que, sim, ele pode abandonar as aulas, desde que assistam, juntos, três filmes por semana. Jesse aceita. O desenrolar das sessões é contado por David em <em>O clube do filme</em>.</p>
<p>O autor admite, em tom franco, que não sabia aonde chegaria essa tática de descabelar os pais mais ortodoxos. E o livro é conduzido de tal forma que o leitor não tem a menor ideia no que o &#8220;clube&#8221; vai se desdobrar. Será que Jesse se tornará um crítico de cinema (se fosse um filme, este talvez fosse o desfecho mais óbvio)? Um bandidão? Um PhD em Astrofísica? Só se descobre seu futuro na última página.</p>
<p>Mas no que Jesse se transforma após o &#8220;clube do filme&#8221; é secundário. O mais importante é o relacionamento entre pai e filho no período da experiência, que se torna profundo de uma maneira que seria impossível se David estivesse empregado e se Jesse frequentasse a escola diariamente.</p>
<p>O cinema foi a aliança que uniu pai e filho em época tão difícil da vida de ambos. Porém, menos pelos filmes em si, mais pelos momentos em que passaram juntos.</p>
<p>Foi graças ao &#8220;clube&#8221; que David descobriu as questões que afligiam Jesse, fontes de recordação de sua própria juventude e que lhe possibilitaram se aproximar tanto de seu filho. As angústias do jovem são bem semelhantes às de qualquer adolescente, e é isso que torna <em>O clube do filme</em> bem prazeroso: o livro trata de um pai e um filho adolescente que conseguem se entender, trocar ideias, serem respeitoso um com o outro&#8230; serem amigos. São duas pessoas comuns vivendo uma relação que é tão incomum hoje em dia mas, ao mesmo tempo, tão genuína.</p>
<p>Ah, e subjacente a tudo, um passeio pelo cinema, com comentários técnicos e afetivos de David Gilmour sobre os filmes exibidos. Para quem curte, as observações funcionam como cimento entre os tijolos que compõem a verdadeira história de <em>O clube do filme</em>.</p>
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		<title>Sobre ler e escrever</title>
		<link>http://www.butucaligada.com.br/2009/04/26/sobre-ler-e-escrever/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 13:57:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
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		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Afastamento temporário dos livros me mostrou a real importância da leitura para quem vive ou gosta de escrever. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img title="Livros na Kings Library Tower, dentro da British Library, em Londres" src="http://farm4.static.flickr.com/3035/2868288357_d30bea71eb.jpg?v=0" alt="" width="300" /></p>
<div class="legenda">Livros na Kings Library Tower, dentro da British Library, em Londres. Fonte: <a title="Página de Swamibu no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/swamibu/2868288357/">Swamibu &#8211; Flickr</a></div>
</div>
<p>Este período de poucos textos não se justifica só pela falta de tempo. O motivo da seca é outro. E tem muito a ver com uma <a title="David F. Mendes no Twitter" href="http://twitter.com/davidfmendes/status/1116215770">twittada do David F. Mendes</a>, feita em janeiro.</p>
<blockquote><p><span>Por que é que tem tanta gente que não lê e se mete a escrever? Porque fazem merda e não a reconhecem como tal. Não tem nariz.</span></p></blockquote>
<p><span>Não, não vesti a carapuça. Apenas concordo com ele. Embora eu não verbalizasse desta forma, ele conseguiu ser preciso: como alguém pode querer escrever bem se lê tão pouco?</span></p>
<p><span>Uma frase antiga &#8211; cujo autor não lembro agora, se alguém souber, avise! &#8211; diz que um bom escritor lê bem mais do que escreve. Compreendi, nos últimos dias, o significado deste aforismo na prática.</span></p>
<p><span>Fiquei sem escrever exatamente no momento em que fiquei sem ler. Atarefado no trabalho e em casa, deixei de lado minhas leituras informativas, opinativas, ficcionais, não-ficcionais, analíticas. O veículo que mais consultei nos últimos dias foi o <a title="Twitter" href="http://twitter.com">Twitter</a>. Assumamos que um microtexto de 140 caracteres é um material limitado, principalmente se não há possibilidade de aprofundá-los via conversação.</span></p>
<p><span>Neste período, não poderia escrever sobre meu dia a dia. Ele não é diferente da rotina de muita gente. E se o<span> </span><a title="O que é o Butuca Ligada" href="http://www.butucaligada.com.br/o-que-e-o-butuca-ligada">objetivo do Butuca Ligada</a> é trazer informações sob ângulos criativos, capazes de contribuir, humildemente, para uma vida mais legal, falar do meu cotidiano vai ajudar somente os insones.</span></p>
<p><span>É óbvio que não descobri só agora o gosto pela leitura. Foi devorando jornais e revistas, quando criança, que decidi ser jornalista. Foram os livros que me estimularam a buscar escrever cada vez melhor. Também não é a primeira vez que sinto falta das minhas leituras. No meio das minhas duas faculdades simultâneas, do mestrado e dos estudos para concursos, algumas obras se tornaram compulsórias. E não eram, em sua maioria, textos que mudaram a minha vida.</span></p>
<p><span>O ponto crucial é ter percebido que, sem ler, o trabalho deste jornalista, blogueiro e “<a title="Eu nas redes sociais" href="http://www.meadiciona.com/rperret">produtor-de-conteúdo-em-redes-sociais</a>” perde muito em qualidade.<span> </span>Compreendi, enfim, de modo cristalino, os diversos significados da leitura e sua importância para a escrita.</span></p>
<p><span><strong>Ler forma uma opinião</strong>. Todas as informações que você apreende de uma leitura – nomes, datas, locais, histórias, análises, descobertas, conquistas, perdas, experiências – entram em sua mente, comunicam-se entre si e, de repente, geram <em>insights</em>, ideias, pensamentos. E, assim nasce uma opinião. Uma entre bilhões, é verdade, mas uma opinião embasada pelo conhecimento obtido através da leitura.</span></p>
<p><span><strong>Ler exerce a criatividade.</strong> Conceber na mente a França do século 19 de <em><a title="Madame Bovary" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Madame_Bovary">Madame Bovary</a></em><em> </em>ou a urbe do futuro de <em><a title="1984" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1984_(livro)">1984</a></em> estimula a fantasia e a imaginação, além de facilitar a criação de metáforas.</span></p>
<p><span><strong>Ler define um estilo.</strong> Quanto maior a variedade de livros que você lê, mais contato você tem com construções de frases e períodos. O seu jeito de escrever passa a beber em fontes diferentes, ganha corpo e torna-se um estilo de texto próprio.</span></p>
<p><span><strong>Ler amplia o vocabulário.</strong> Você tem mais contato com novas palavras e expressões diferentes. Riqueza vocabular é condição necessária para um texto atraente e simpático.</span></p>
<p><span><strong>Ler aguça o humor. </strong>Até as narrativas angustiantes, tristes e pesadas costumam trazer passagens cômicas ou sarcásticas. Usar um estilo de humor adequado é sempre um tempero saboroso para o seu texto.</span></p>
<p>Mas o hábito da leitura não traz consequências diretas exclusivamente para quem escreve. Pelo menos duas delas são fundamentais nesta época em que a gente vive.</p>
<p><span><strong>Ler ocupa a mente.</strong> Já viram o filme <em><a title="O Leitor" href="http://www.imdb.com/title/tt0976051/">O Leitor</a></em>? Não é um filmaço, apesar da indicação ao Oscar. Mas retrata, em grau máximo, como a leitura pode ser o suporte da vida de uma pessoa, mesmo nas condições contrárias mais extremas possíveis (sem liberdade e sem a capacidade inicial de ler).<span> </span>Lembre-se, ainda, do personagem John, do livro <em><a title="Admirável Mundo Novo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Admirável_Mundo_Novo">Admirável Mundo Novo</a></em>. Alguém tem dúvidas dos benefícios que poderia trazer a leitura para ociosos, fofoqueiros e assinantes do pay-per-view do <em>Big Brother</em>?</span></p>
<p><span><strong>Ler estimula o senso crítico.</strong> Quem tem o hábito da leitura já consegue discernir o tipo de texto, o estilo de redação e os assuntos mais prazerosos e os mais incômodos. Isto é senso crítico. Ter acesso a uma variedade de informações – ficcionais ou reais, informativas ou opinativas, não importa – ajuda na orientação sobre o que é bom e ruim. Claro que esta consciência depende, também, da formação do indivíduo, delimitadora de seus valores e de suas prioridades – e mesmo estes são influenciáveis pela leitura. E, puxa, como seria bom se as pessoas tivessem um senso crítico mais apurado, neste mundo repleto de picaretas e carente de afetos&#8230;</span></p>
<p><span>Por tudo isso, ler é uma atividade precípua para quem pratica o exercício da escrita regularmente. Não vou mais abandonar meus livros (e blogs, jornais, revistas etc.). Quero sempre ler e, assim, ter material para debater, ideias para discutir e propostas para apresentar. Logo, se eu ficar dias sem postar, não digam “Escreva!”, e sim “Leia!”.</span></p>
<p><span>E vocês, também. Leiam, sempre.<br />
</span></p>
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		<title>Lançamento do livro &quot;Eu, Mídia &#8211; A Era Cidadã e o Impacto da Publicação Pessoal no Jornalismo&quot;</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 02:13:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
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		<category><![CDATA[blogs]]></category>
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		<category><![CDATA[jornalismo cidadão]]></category>
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		<description><![CDATA[Em agosto, será lançado o livro &#8220;Eu, Mídia &#8211; A Era Cidadã e o Impacto da Publicação Pessoal no Jornalismo&#8221;, uma coletânea de artigos sobre os diversos ângulos do jornalismo cidadão. Democracia digital, redes sociais e conteúdo móvel são alguns dos temas abordados. Eu participo do livro assinando um artigo sobre blogs e jornalismo. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em agosto, será lançado o livro &#8220;Eu, Mídia &#8211; A Era Cidadã e o Impacto da Publicação Pessoal no Jornalismo&#8221;, uma coletânea de artigos sobre os diversos ângulos do jornalismo cidadão. Democracia digital, redes sociais e conteúdo móvel são alguns dos temas abordados.</p>
<p>Eu participo do livro assinando um artigo sobre blogs e jornalismo. <img src='http://www.butucaligada.com.br/wp/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O livro custará R$ 25,00, será lançado pela Editora Opvs e foi organizado por Mario Lima Cavalcanti, do <a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/">Jornalistas da Web</a>.</p>
<p>Convidamos todos vocês para a noite de autógrafos, que será no dia 13, uma quarta-feira, às 19 horas, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon, no Rio de Janeiro. Eu, o Mario e outros co-autores estaremos lá.</p>
<p>Leia a <a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=displayConteudo&amp;idConteudo=3285">nota sobre o lançamento</a> (pode ser livremente reproduzida).</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Eu, Mídia &#8211; A Era Cidadã e o Impacto da Publicação Pessoal no Jornalismo</span></p>
<p><span style="font-style:italic;">Os novos Jornalistas</span><br />
Mario Lima Cavalcanti</p>
<p><span style="font-style:italic;">O impacto da hipermídia na democracia digital</span><br />
Pollyana Ferrari</p>
<p><span style="font-style:italic;">Os blogs e a multiplicação das vozes</span><br />
Raphael Perret</p>
<p><span style="font-style:italic;">Olhares sobre o jornalismo colaborativo</span><br />
Ana Maria Brambilla</p>
<p><span style="font-style:italic;">Redes sociais, capital social e a difusão de informações</span><br />
Raquel Recuero</p>
<p><span style="font-style:italic;">Comunidades geoespaciais e o jornalismo digital</span><br />
José Antonio Meira da Rocha</p>
<p><span style="font-style:italic;">Jornalismo participativo móvel</span><br />
Paulo Henrique Ferreira</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Serviço:</span></p>
<p>Lançamento do livro &#8220;Eu, Mídia &#8211; A Era Cidadã e o Impacto da<br />
Publicação Pessoal no Jornalismo&#8221;<br />
Data: 13/08/2008 (quarta-feira)<br />
Horário: a partir das 19h<br />
Local: Livraria da Travessa &#8211; Shopping Leblon<br />
Endereço: Rua Afrânio de Melo Franco, 290 &#8211; lj. 205<br />
Leblon &#8211; Rio de Janeiro<br />
Tel.: 21 3438-9600</p>
<p>Clique nas imagens para vê-las ampliadas:</p>
<p>Convite:<a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/docs/img/eumidia_convite.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.jornalistasdaweb.com.br/docs/img/eumidia_convite.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p>Capa do livro:<br />
<a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/docs/img/eumidia_capa.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.jornalistasdaweb.com.br/docs/img/eumidia_capa.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
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