Meu palpite para quem matou Taís
Foi a Tati (Lidi Lisboa), a amiga da Bebel. E ela ainda tentou matar a Marion e o Olavo.
Foi a Tati (Lidi Lisboa), a amiga da Bebel. E ela ainda tentou matar a Marion e o Olavo.

Hoje eu vi uma mulher parecida com a Alessandra Negrini junto com um cara parecido com o Otto. Pareciam dirigir-se ao Espaço de Cinema (ex-Unibanco), em Botafogo.
Eram eles, né?
Ou melhor: era ela, né?
Não consegui vê-la de frente, só de perfil e de costas.
Tell me: sou um cara de sorte ou um baita dum azarado?
No Troca de Passes, mesa redonda do Sportv, os comentaristas alertaram que o Flamengo só conseguiu fazer os gols de empate graças às falhas dos goleiros do Botafogo, que sem a ajuda deles o time teria perdido o jogo, que o rubro-negro criou poucas oportunidades do segundo tempo, quando dominou a partida.
Alto lá.
1) Se o Flamengo fez os gols, criou as jogadas, mesmo em falhas dos goleiros. Renato foi lançado livre na cara de Júlio César e dificilmente perderia o gol. Souza estava no lugar certo para chutar a bola perdida por Max.
2) Renato ainda mandou uma bola na trave em cobrança de falta e muitos outros chutes assustaram o gol do Alvinegro.
3) Aliás, o Botafogo também não criou tantas chances assim de gol. Foi mais eficiente, jogou um futebol até bonito e marcou duas vezes. Nas outras tentativas, Bruno não teve grande trabalho ou a defesa impediu que os chutes fossem finalizados. Segundo o discurso dos comentaristas, parece que o Botafogo deu um vareio.
A verdade é simples. O primeiro tempo foi alvinegro, com uma presença apática do Flamengo. O segundo tempo foi rubro-negro, diante de uma postura covarde do Botafogo. O domínio territorial foi dividido entre as duas equipes de acordo com a etapa do jogo. O empate foi justíssimo e nenhum dos dois foi tão superior. O Botafogo foi aplicado taticamente. O Flamengo foi aguerrido. Coração ou estratégia ganhará? Só saberemos no domingo que vem.

Essa Red Bull Air Race que está rolando na Enseada de Botafogo fez lotar a orla. Nas imagens da TV, parece haver mais gente do que em Copacabana no reveillón. Os jornais dizem que o trânsito parou e que os trens do metrô ficaram insuportáveis. De fato, nunca se comentou tanto durante um evento ao ar livre ao longo desta semana.
Sei lá. Liguei a televisão para acompanhar os vôos. No início é legal, bacana, as imagens dão alguma emoção, principalmente aquelas com ângulo parecido com o da visão dos pilotos. Ver aquela galera toda espremida na praia de Botafogo me faz valorizar o conforto do meu sofá.
Mas… Passam 10 minutos… Tédio… Sono… Levanto e vou fazer outra coisa.
Cá estou esperando o programa especial sobre o Tom Jobim na Globo e… CACETE!!! COMO É INSUPORTÁVEL ESSE TAL DE BIG BROTHER!!!!

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