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	<title>Butuca Ligada &#187; vida louca vida</title>
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	<description>Informação é estar atento &#124; por Raphael Perret</description>
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		<title>Satisfações</title>
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		<pubDate>Sun, 30 May 2010 22:10:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sumi, né? Estou de olho, de vez em quando, neste precioso espaço. Mas está difícil escrever. O trabalho me absorve, tenho muitas atividades após o horário laboral e, ao fim de semana, resta o único tempo possível para me dedicar aos preparativos da chegada do Caetano. Acredito que poderei voltar a escrever em breve, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.butucaligada.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/05/pintando.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2645" title="Pintando o quartinho do Caetano" src="http://www.butucaligada.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/05/pintando-300x205.jpg" alt="Pintando o quartinho do Caetano" width="300" height="205" /></a></p>
<p>Sumi, né?</p>
<p>Estou de olho, de vez em quando, neste precioso espaço. Mas está difícil escrever. O trabalho me absorve, tenho muitas atividades após o horário laboral e, ao fim de semana, resta o único tempo possível para me dedicar aos preparativos da <a href="http://www.butucaligada.com.br/2010/04/07/venha-caetano/">chegada do Caetano</a>.</p>
<p>Acredito que poderei voltar a escrever em breve, não chorem. Aí em cima, uma foto que retrata bem o que tem sido minhas últimas semanas: arrumando as coisas para nosso bebê (no caso, pintando o quarto dele) <img src='http://www.butucaligada.com.br/wp/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Venha, Caetano</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 00:57:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;O sexo&#8230; Não tem nem dúvida! Tá aqui o saquinho&#8230; o piruzinho&#8221;&#8230; &#8230;dizia o médico, enquanto um cursor na tela do ultrassom envolvia as partes íntimas do meu filho, que há 4 meses e meio flutua na barriga da mamãe. Aquelas palavras, ditas de forma tão banal, em um tom tão monocórdio quanto o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;O sexo&#8230; Não tem nem dúvida! Tá aqui o saquinho&#8230; o piruzinho&#8221;&#8230;</p></blockquote>
<p>&#8230;dizia o médico, enquanto um cursor na tela do ultrassom envolvia as partes íntimas do meu filho, que há 4 meses e meio flutua na barriga da mamãe. Aquelas palavras, ditas de forma tão banal, em um tom tão monocórdio quanto o que ele usou ao descrever o tamanho do fêmur ou a localização do rim direito naquelas imagens gelatinosas, destruíram qualquer expectativa criada para a informação mais esperada desde&#8230; desde&#8230; o teste da gravidez da Adriana.</p>
<p>Aliás, olhei para a Adriana na hora da confirmação e esperava encontrar cumplicidade na surpresa. Mas ela, tão convicta de que trazia um menino desde a formação do zigoto, ouviu o médico como se escutasse uma notícia de rádio que se repete de hora em hora. Só reagiu quando me viu: sorriu, com aquela famosa cara de &#8220;não falei&#8221;?</p>
<p>A verdade é que eu imaginei um mínimo de cerimônia antes daquela informação tão aguardada. &#8220;Vocês querem saber o sexo?&#8221; &#8220;Vocês já sabem o sexo?&#8221; &#8220;Depois dos comerciais, saberemos se este bebê é menino ou menina! Má oeeeeeeeeee&#8221;. Alguma coisa assim. Mas não. A descoberta veio despretensiosa, perdida entre outras descrições anatômicas.</p>
<p>Hoje, tenho muito mais convicção da importância desse momento. Agora que sei que vem aí um garotão cheio de saúde e vontade de viver (amém!), consigo enxergar melhor os próximos meses e anos. O tipo de roupa que lhe compraremos, os gestos que podemos dele esperar, os sonhos que podemos ter. Descobrir o sexo do bebê ajuda muito na personificação desse novo indivíduo que já é tão querido sem sequer ter visto a luz do sol. É como se saber que vem um menino (e seria igual se fosse menina) contribuísse para deixar meu filho cada vez mais próximo e mais real.</p>
<p>Venha, Caetano. Papai e mamãe te esperam.</p>
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		<title>Uma despedida</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 02:24:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu tinha 13 anos em julho de 1992, Passava as férias escolares na casa da minha avó. No dia 12, domingo, estava felicíssimo com a acachapante vitória de 3 a 0 do Flamengo sobre o Botafogo, no primeiro jogo da decisão do Brasileiro daquele ano, e que escutei pelo rádio. Passava minha alegria ao meu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tinha 13 anos em julho de 1992, Passava as férias escolares na casa da minha avó. No dia 12, domingo, estava felicíssimo com a acachapante vitória de 3 a 0 do Flamengo sobre o Botafogo, no primeiro jogo da decisão do Brasileiro daquele ano, e que escutei pelo rádio.</p>
<p>Passava minha alegria ao meu pai, por telefone:</p>
<blockquote><p>- Viu, papai, Flamengo ganhou de 3 a 0 do Botafogo! É quase campeão brasileiro!</p>
<p>- E o que falta pra ser campeão?</p>
<p>- Ah, domingo que vem tem novo jogo, e o Botafogo só é campeão se vencer o Flamengo por três gols de diferença.</p>
<p>- Ah, é?</p>
<p>- É!</p>
<p>- Hum&#8230; Então vamos no jogo.</p></blockquote>
<p>Aquele convite, em tom de decisão irrevogável (bem ao jeito dele, é verdade) me pegou de surpresa. Nunca havia ido ao Maracanã com meu pai. Na verdade, fazia anos que ele não ia a um estádio de futebol. A última vez fora antes de eu nascer. Ele achava que o futebol de antigamente era melhor e que ir era perigoso, pela violência.</p>
<p>Mas entendi o que passou em sua cabeça. Seria, provavelmente, um jogo de uma torcida só, tamanha a empreitada que o Botafogo teria que sobrepor para ser campeão. Ainda bem que ele pensou assim, pois eu nem cogitava a hipótese de ir ao jogo.</p>
<p>Graças a meu pai, tive a oportunidade de ver o Flamengo campeão brasileiro. Lembro de muitos detalhes do jogo. O susto com a arquibancada caindo, durante a preliminar; a torcida tomando conta de todo o anel do Maraca; o golaço de Júnior, de falta, bem no gol em que eu estava em frente – e que me gerou uma perna ralada na comemoração; a comemoração do penta.</p>
<p>Mas o beijo do meu pai na minha testa, ao me ver feliz após um dos gols do Flamengo, é a minha maior lembrança daquele jogo, daquele dia. O beijo era o símbolo de tudo o que representou a ida do meu pai comigo ao Maracanã: uma prova de amor. Sim, era evidente, bem evidente. Ele me levar a uma decisão do Flamengo só podia ser uma prova de amor.</p>
<p>Não exatamente pelo fato de meu pai aparentar um certo desinteresse pelo futebol da época.</p>
<p>Mas porque meu pai era vascaíno.</p>
<hr />Obrigado, papai, por tudo. Descanse, porque os últimos meses foram difíceis. Fique em paz, enquanto nós ficaremos, aqui, com a saudade e as boas lembranças, como essa.</p>
<p>Um beijo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O problema não é o metrô, é tudo!</title>
		<link>http://www.butucaligada.com.br/2009/12/21/o-problema-nao-e-o-metro-e-tudo/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 00:36:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
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		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
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		<description><![CDATA[Com o perdão do termo, hoje foi foda. Cheguei na estação Carioca do metrô mais ou menos às 18:10 e metade das roletas estavam interditadas. Obviamente, filas gigantescas se formavam nas catracas restantes. Era uma medida dos operadores para evitar que a plataforma ficasse lotada. O alto-falante, numa potência de noite metaleira do Rock in [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o perdão do termo, hoje foi foda.</p>
<p>Cheguei na estação Carioca do metrô mais ou menos às 18:10 e metade das roletas estavam interditadas. Obviamente, filas gigantescas se formavam nas catracas restantes. Era uma medida dos operadores para evitar que a plataforma ficasse lotada. O alto-falante, numa potência de noite metaleira do Rock in Rio, informava que uma composição avariada na estação Flamengo causava irregularidade nos intervalos. De fato, meu trem, sentido zona sul, demorou bem mais que o normal, assim como estava mais cheio do que de costume.</p>
<p>Ao passar pela estação do Catete, notei que as plataformas no sentido contrário (zona norte) estavam abarrotadas, chegando ao ápice da lotação no Largo do Machado, parada seguinte. O mais bizarro foi ouvir uma gritaria e perceber que ela vinha de um trem que saía lentamente da estação, no sentido zona norte, todo escuro e com gente dentro (?!?!). Pra completar o surrealismo do momento, o alto-falante do meu trem ecoava um homem gritando, em certo tom de desespero, &#8220;SIGILO! SIGILO!&#8221;.</p>
<p>Em Botafogo, meu destino, a situação da Carioca se repetia e filas enormes se formavam diante das catracas. Algo perto do caos.</p>
<p>Registrei mais ou menos no Twitter tudo que aconteceu &#8211; com algum delay, pois é Claro (<strong>com trocadilhos, por favor</strong>) que não consegui acessar o programinha dentro do metrô.</p>
<div style="text-align:center"><a href="http://www.butucaligada.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/12/twitter_metro.jpg"><img class="size-medium wp-image-2553" title="twitter_metro" src="http://www.butucaligada.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/12/twitter_metro-257x300.jpg" alt="Minha página do Twitter, em tela capturada às 21:10 de 21/12/2009" width="257" height="300" /></a></p>
<div class="legenda">Minha página do Twitter, em tela capturada às 21:10 de 21/12/2009 (clique para ver em tamanho normal)</div>
</div>
<p>Já recebi comentários dizendo que não houve problema algum na estação Flamengo. Alguns também lembraram que hoje houve a inauguração da estação General Osório e da conexão Pavuna-Botafogo, com a presença do presidente Lula (aliás, é o fim da picada que o presidente da República venha inaugurar UMA estação de metrô numa cidade como o Rio de Janeiro). Enfim, não tenho a menor ideia do que está acontecendo pra um sistema de transporte que era bonzinho ter se tornado decadente tão depressa.</p>
<p><a title="Segunda-feira tem boicote ao metrô. Falta agora uns aos ônibus, trens e barcas" href="http://www.butucaligada.com.br/2009/11/29/segunda-feira-tem-boicote-ao-metro-falta-aos-onibus-trens-e-barcas/">Já tratei deste problema há quase um mês, quando foi proposto um boicote ao metrô</a>. As razões da queda da qualidade permanecem obscuras. O Metrô, ao menos,<a title="Após dois dias seguidos de problemas técnicos, diretor do metrô admite que sistema está perto do limite e pede paciência" href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/12/18/apos-dois-dias-seguidos-de-problemas-tecnicos-diretor-do-metro-admite-que-sistema-esta-perto-do-limite-pede-paciencia-915285956.asp"> assume que opera &#8220;no limite&#8221;</a>. Mas vou lançar uma hipótese aqui. A descrição dela vai ser simples; sua existência, porém, é complexa.</p>
<p>Se o metrô diz que opera no limite, então houve um aumento do número de passageiros de uns tempos pra cá. Seria um reflexo de uma suposta superpopulação carioca? Não creio. Lembram-se quando <a title="Por que o preço dos imóveis na Zona Sul aumentou tanto?" href="http://www.butucaligada.com.br/2009/11/23/por-que-o-preco-dos-imoveis-na-zona-sul-aumentou-tanto/">questionei a inflação descabida dos preços dos imóveis na zona sul</a>? No bom debate que lá rolou, uma das possíveis conclusões foi a demanda maior por casas e apartamentos em bairros próximos ao metrô. Esta procura seria motivada pela vontade do cidadão em passar longe do trânsito cada vez mais caótico do Rio de Janeiro. Com ar condicionado, intervalos pequenos entre um trem e outro e imunidade a engarrafamentos, o metrô parecia ser uma ótima alternativa à convivência com motoristas (tanto de automóveis quanto de ônibus) loucos e mal-educados.</p>
<p>Mas os investimentos do metrô não acompanharam o crescimento da demanda e, agora, estamos perto da saturação. É preciso, sim, que a companhia aplique mais recursos no sistema. Mas é preciso também repensar todo o sistema de tráfego da cidade do Rio de Janeiro. Não dá mais para conviver com automóveis que fecham cruzamentos e desrespeitam sinais, nem com ônibus que vivem lotados e conduzidos por motoristas sádicos. A saturação, na verdade, não é do metrô. É de todo o transporte na cidade.</p>
<p>Os agentes envolvidos são muitos: governo, empresas de transportes e toda a heterogênea população do Rio de Janeiro. Reacomodar esse intrincado e desequilibrado fluxo de forças não é nada fácil. A solução passa por um conjunto de medidas, como rigor na punição a motoristas que burlam as leis de trânsito, maior fiscalização e regulação das concessões de ônibus, trens, barcas e metrô e estímulo a meios alternativos, como as bicicletas. Se reduzirmos o estresse das enervantes viagens via transporte público ou particular, a demanda pelo serviço poderá ser mais equilibrada, e as pessoas poderão escolher entre ônibus, metrô ou trem pelo que for mais confortável, e não pelo menos pior.</p>
<p>Estamos à beira da Copa, das Olimpíadas e, ao mesmo tempo, do colapso do trânsito carioca. Se nada for feito, aposto dois tostões que, em poucos anos, este se tornará o maior problema do Rio de Janeiro, superando a segurança e equiparando-se à saúde.</p>
<p><em>P.S. Espero que compreendam a diferença do tom entre o que foi publicado no Twitter, durante os problemas, e o que está escrito aqui no blog, horas depois, de banho tomado e cuca fresca. Não pretendo iniciar um novo boicote ao metrô, prefiro dar uma chance às novidades que entrarão em vigor amanhã. Mas não retiro o que disse. </em></p>
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		<title>Matemática dá o ar do mistério na venda de ingressos no futebol carioca</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 12:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não vou falar da confusão na venda dos ingressos, que é, pra mim, algo incompreensível neste ano de 2009. Não se tem conhecimento da conjunção porradaria, tumulto, polícia e bombas em vendas de entradas para shows, cinema e teatro. Vou, aqui, comentar, bem objetivamente, um mistério que nunca é abordado nessas reportagens. O primeiro parágrafo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não vou falar da confusão na venda dos ingressos, que é, pra mim, algo incompreensível neste ano de 2009. Não se tem conhecimento da conjunção porradaria, tumulto, polícia e bombas em vendas de entradas para shows, cinema e teatro.</p>
<p>Vou, aqui, comentar, bem objetivamente, um mistério que nunca é abordado nessas reportagens.</p>
<p>O primeiro parágrafo <a href="http://oglobo.globo.com/esportes/brasileiro2009/mat/2009/12/02/com-tumulto-ingressos-para-jogo-do-flamengo-contra-gremio-esgotam-se-rapidamente-915013988.asp">desta reportagem</a> já informa: &#8220;os seis mil ingressos (&#8230;) se esgotaram em uma hora e meia&#8221;.</p>
<p>Seis mil ingressos em 90 minutos = 66 ingressos por minuto.</p>
<p>As entradas eram vendidas apenas em uma bilheteria. Quantos guichês estavam abertos? Vamos chutar um número BEM alto: dez. Então cada guichê vendeu 6 ingressos por minuto.</p>
<p>Cada pessoa só poderia comprar 2 ingressos. Logo, cada guichê atendeu, em média, uma pessoa a cada 20 segundos.</p>
<p>Alguém acha isso razoável? Fila gigantesca, um aperto horroroso, a necessidade eventual de troco, guichê apertado&#8230; e um atendimento médio de <strong>uma pessoa por 20 segundos</strong>?</p>
<p>Que tal entrevistas com presidentes do Flamengo, da Suderj, da Ferj, da CBF, com o chefe da Polícia, o escambau? Todo mundo que estiver envolvido na negociata. É só apresentar esses números e exigir esclarecimentos sobre essa BAGUNÇA que é comprar ingressos pra jogo decisivo aqui no Rio de Janeiro. E não me venham com papinho de que isso só acontece quando o jogo é do Flamengo, <a href="http://www.butucaligada.com.br/2008/06/25/ingressos-esgotados-voce-tricolor-esta-com-o-seu/">pois há um ano os tricolores passaram por perrengue igual</a>.</p>
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		<title>Caso da Uniban detalha bem a cultura brasileira</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 22:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O último episódio do tosco caso da Uniban terminou com a expulsão da aluna que trajava um vestido curto e causou alvoroço nos estudantes (?!). A rápida decisão da diretoria é impressionante. Impressionante porque, muitas vezes, não acontece nada com aluno de faculdade autor de trote violento (e, portanto, CRIMINOSO), nem com estudante que fica vinte anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O último episódio do tosco caso da Uniban terminou com a <a href="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1370691-5605,00-UNIBAN+ANUNCIA+EXPULSAO+DE+ALUNA+HOSTILIZADA+POR+USAR+MINIVESTIDO.html">expulsão da aluna</a> que trajava um vestido curto e causou alvoroço nos estudantes (?!). A rápida decisão da diretoria é impressionante.</p>
<p>Impressionante porque, muitas vezes, não acontece nada com aluno de faculdade autor de trote violento (e, portanto, CRIMINOSO), nem com estudante que fica vinte anos na universidade, empurrando com a barriga, ocupando vaga de gente mais interessada.</p>
<p>Tudo isso mostra, sutilmente, traços da cultura nacional: provinciana, machista e paternalista. Triste.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>NET não consegue registrar corretamente um número de três dígitos</title>
		<link>http://www.butucaligada.com.br/2009/10/03/2469/</link>
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		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 14:16:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[net]]></category>
		<category><![CDATA[vida louca vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando morava na minha casa anterior, a conta da NET só chegava às minhas mãos porque o prédio era pequeno e todos se conheciam. Afinal, a empresa tinha, em seu cadastro, a minha rua correta, mas o apartamento era errado. Era inclusive um número que nem existia no edifício. Pra deixar mais claro: meu apartamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando morava na minha casa anterior, a conta da NET só chegava às minhas mãos porque o prédio era pequeno e todos se conheciam. Afinal, a empresa tinha, em seu cadastro, a minha rua correta, mas o apartamento era errado. Era inclusive um número que nem existia no edifício. Pra deixar mais claro: meu apartamento era 3, o cadastrado era 204.</p>
<p>Ao me mudar, solicitei a alteração do endereço. <strong>E de novo o apartamento ficou cadastrado &#8211; muito &#8211; errado!!!</strong> A falha deles me custou mais dois dias de espera para a instalação da NET na casa nova, já que o técnico vinha e tocava a campainha errada.</p>
<p>E hoje chega a conta&#8230; com o endereço, mais uma vez, ERRADO.</p>
<p>Resumo da ópera: quando vejo as propagandas ridículas da NET, penso que a empresa podia ser menos avarenta e investir mais no sistema de cadastro de seus assinantes.</p>
<p>Nem precisa gastar muito, na verdade: qualquer estudante de primeiro período de Informática consegue fazer aplicativo mais eficiente.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Precisamos de novas alternativas ao fiador do aluguel</title>
		<link>http://www.butucaligada.com.br/2009/08/19/precisamos-de-novas-alternativas-ao-fiador-do-aluguel/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 03:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
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		<category><![CDATA[vida louca vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Publiquei este post em 24 de novembro de 2005. Como passo agora por uma situação que poderia muito bem inspirar a produção do texto, resolvi republicá-lo, mudando apenas o título, já que o anterior, &#8220;Está na hora de acabar com o fiador&#8221;, simbolizava uma proposta ainda muito distante da realidade. Além disso, reparei que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="font-size: 0.8em"><em>Publiquei este post em 24 de novembro de 2005. Como passo agora por uma situação que poderia muito bem inspirar a produção do texto, resolvi republicá-lo, mudando apenas o título, já que o anterior, &#8220;Está na hora de acabar com o fiador&#8221;, simbolizava uma proposta ainda muito distante da realidade. Além disso, reparei que o seguro-fiança começa a ganhar um pouco mais de aceitação, o que pode demonstrar algum avanço nas relações entre inquilino e proprietário. Porém, a mensagem principal do texto permanece.</em></div>
<div style="font-size: 0.8em"><em><br />
</em></div>
<p>Especialistas afirmam que a <a href="http://odia.terra.com.br//economia/htm/geral_12567.asp">MP do Bem</a>, sancionada segunda-feira pelo presidente Lula, pode acabar com um medievalismo que impera até hoje nas locações imobiliárias: a necessidade de um fiador para o fechamento de um contrato de aluguel.</p>
<p>Para quem nunca passou por esse perrengue, um parêntese explicativo. Quando um cidadão deseja alugar um imóvel, o proprietário, além de cobrar um pagamento mensal, exige garantias para evitar tomar um cano do inquilino. São basicamente três os expedientes de segurança do locador:</p>
<p>a) DEPÓSITO &#8211; o inquilino deposita, numa poupança, o valor correspondente a três meses de aluguel. Se ele não pagar o aluguel, o proprietário pode retirar do depósito a quantia devida. No fim do contrato, o depósito e os rendimentos retornam ao locatário.</p>
<p>b) SEGURO-FIANÇA &#8211; é a terceirização da garantia. Contrata-se uma empresa que assegurará o pagamento do aluguel no caso de inadimplência do inquilino. Em geral, quem paga a seguradora é o morador.</p>
<p>c) FIADOR &#8211; uma pessoa fica responsável pelo pagamento das dívidas do inquilino se este não cumprir com suas obrigações mensais de locatário. O fiador deve possuir um imóvel na cidade (em alguns casos, dois!) e ter uma renda três vezes superior ao preço do aluguel.</p>
<p>A maioria dos proprietários de imóvel, pelo menos no Rio de Janeiro, aceita exclusivamente o fiador. O depósito sustenta apenas três meses de aluguel e o seguro-fiança exige um custo extra mensal com o qual poucos se dispõem a arcar. Em compensação, o envolvimento de um fiador dificulta, em tese, a inadimplência, já que o inquilino se compromete com uma terceira pessoa, não raro um parente ou amigo.</p>
<p>Porém, se os donos precisam se proteger, os inquilinos também precisam alugar! E os três métodos costumam ser muito severos com os candidatos a locatários. Nem todos têm recursos imediatos para oferecer o depósito e, quando têm, nem sempre ele é aceito. Seguros-fiança são caros e também não gozam de popularidade entre os proprietários. Sobra o fiador e, com ele, dezenas de percalços.</p>
<p>Ninguém é obrigado a conhecer uma pessoa que tenha uma casa na mesma cidade do imóvel em vista e um renda que encubra em três vezes o valor do aluguel. Se conhece, é sempre constrangedor fazer o pedido ao possível fiador, seja ele o pai querido ou o melhor amigo. E, ainda que o incauto aventureiro supere essas duas etapas, há mais um risco. Antes de fechar o contrato, o proprietário faz uma checagem de crédito do locatário, do fiador e de seus cônjuges. A avaliação intrusiva analisa, em alguns casos, até a declaração de imposto de renda dos envolvidos. Se a mulher do fiador estiver com ficha no SPC, o dono do imóvel pode recusar a proposta. Descobre-se, assim, uma informação humilhantemente desnecessária que, muitas vezes, levam o convidado a fiador, já ciente do entrave, a declinar do pedido.</p>
<p>Enfim, a obrigatoriedade do fiador se revela um método de garantia arcaico, paleozóico, baseado em relações de constrição e intimidação. Já era hora de se criar um mecanismo mais avançado, que certifique um contrato mais seguro ao proprietário e menos rigoroso ao inquilino.</p>
<p>Voltamos, então, à MP do Bem, que permite a criação de um fundo de investimentos, onde o inquilino deposita uma quantia e que rende como qualquer outra aplicação financeira. É uma evolução do depósito: se antes ele era feito em poupança, agora é efetuado em um fundo de rentabilidade maior. Parece vantajoso, mas especialistas crêem que o valor a ser exigido para iniciar a aplicação será de 8 a 12 (!!!!) vezes o aluguel.</p>
<p>Essa é uma medida totalmente assimétrica. Ela aumenta a garantia do proprietário, inquilinos com mais recursos podem dar adeus ao fiador, mas locatários sem poder de barganha não terão como utilizar o mecanismo e continuarão em busca de alguém que lhes assegure a fiança.</p>
<p>O novo fundo promete aquecer o mercado imobiliário. É possível, mas o alcance seria maior se fosse instituída uma saída mais viável para se evitar o fiador. Por que não criar uma aplicação similar, mas na qual o inquilino deposite mensalmente uma quantia? Seria um seguro-fiança mais rentável para o locatário, semelhante a um plano previdenciário. É apenas uma sugestão. Vale tudo para se acabar com a intransigente e medieval necessidade do fiador para um contrato de locação imobiliária.</p>
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		<title>Marcelo Nóbrega, fique em paz</title>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 21:26:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<description><![CDATA[Morreu hoje Marcelo Nóbrega, jornalista, blogueiro, especialista em tecnologia. Trabalhamos &#8220;juntos&#8221; no Jornal do Brasil, no início do século. Digo &#8220;juntos&#8221; entre aspas porque, embora tenhamos feito textos para as mesmas matérias, eu era frila e ele, empregado do jornal. Foi um período curto, mas o suficiente para trocarmos boas expectativas um em relação ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Morreu hoje <a title="Futuro.vc" href="http://futuro.vc">Marcelo Nóbrega</a>, jornalista, blogueiro, especialista em tecnologia. Trabalhamos &#8220;juntos&#8221; no <em>Jornal do Brasil</em>, no início do século. Digo &#8220;juntos&#8221; entre aspas porque, embora tenhamos feito textos para as mesmas matérias, eu era frila e ele, empregado do jornal. Foi um período curto, mas o suficiente para trocarmos boas expectativas um em relação ao outro.</p>
<p>Sempre o admirei com respeito e simpatia, por ter mostrado ser uma pessoa inteligente, séria e boa. E também lhe tinha muita gratidão. Marcelo, quando assumiu a editoria do caderno de Informática do jornal, me chamou outras vezes para novos frilas e até me ofereceu uma vaga fixa no jornal, oportunidade que gentilmente recusei porque já tinha outro emprego.</p>
<p>Marcelo era casado com Elisa Travalloni, também jornalista, minha colega de turma na Uerj e, sobretudo, uma querida amiga.</p>
<p>Por ele, lamento a perda de uma pessoa que muito tinha a contribuir. Pior para nós.</p>
<p>Por ela, lamento a apertada e indescritível dor.</p>
<p>Descanse em paz, Marcelo.</p>
<p>Força, Elisa.</p>
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		<title>Invasão nas Laranjeiras comprova altos índices de desemprego</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 23:15:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Perret</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[vida louca vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Gente, vamos parar de nos enganar? A crise chegou ao Brasil. Devagarinho, sorrateiramente, ela cruzou a linha do Equador e desembarcou em nossas terras. Não se sabe exatamente quando. A verdade é que uma série fluida de acontecimentos desencadeou outros tantos e, numa sequência de relações causais, culminou em altos índices de desemprego aqui no Brasil. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gente, vamos parar de nos enganar? A crise chegou ao Brasil.</p>
<p>Devagarinho, sorrateiramente, ela cruzou a linha do Equador e desembarcou em nossas terras. Não se sabe exatamente quando. A verdade é que uma série fluida de acontecimentos desencadeou outros tantos e, numa sequência de relações causais, culminou em altos índices de desemprego aqui no Brasil.</p>
<p>&#8220;Sem o seu trabalho/O homem não tem honra/E sem a sua honra/Se morre, se mata&#8221;, já <a title="Um homem também chora" href="http://letras.terra.com.br/gonzaguinha/250255/">cantava Gonzaguinha</a>. Sábias palavras do poeta! Desempregado, o homem se afunda no ócio, perde suas referências. Se não se apoiar sobre um bom suporte psicológico, distorce a realidade e passa a praticar atos que jamais faria em condições normais de temperatura e pressão, nas quais sua vida era preenchida por alguma atividade salutar. </p>
<p>O desemprego revelou-se grave exatamente ontem, na <a title="Treino do Flu é invadido, Diguinho leva soco, e seguranças atiram para o alto" href="http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Fluminense/0,,MUL1168329-9866,00.html">invasão de torcedores no treino do Fluminense</a>. As imagens são cruéis. É duro, mas insisto que veja. Vamos nos penalizar destas pessoas que, sem mais o que fazer na vida, se dirigem numa terça à tarde para protestar e agredir profissionais em seu ambiente de trabalho.</p>
<p>O que podemos fazer? Uma sugestão é oferecer um emprego, ou pelo menos um biscate a esses pobres cidadãos. Quem sabe, trabalhando, eles não preencham suas vazias mentes e vidas com algo útil? </p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/Qoo3xWgDIqc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Qoo3xWgDIqc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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